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Projeto educacional da FAACG nasce no Serviço Social

A Educação oferecida aos alunos da Fundação Antonio-Antonieta Cintra Gordinho está calcada em um projeto educacional de qualidade, sem dúvidas. Mas não é só isso. Há nos bastidores de um trabalho educacional sério, a experiência de três assistentes sociais que se dividem e se multiplicam para atender às seis unidades da FAACG: Eliana Regina Picchi Picolo Zotini (da Escola Antonio Cintra Gordinho); Maria Aparecida Giacomello de Oliveira (do CETEC , Núcleo Educacional Antonieta Chaves Cintra Gordinho) e Fabiana Bresságlia ( da Creche e Escola Infantil Almerinda Pereira Chaves, Talita Kum – Oficinas Educacionais e divide com Maria Aparecida a assistência ao Núcleo São José – Araçariguama).

A porta de entrada da criança/adolescente quando chega à Fundação é por meio do Serviço Social. A inscrição é o primeiro passo. Depois vem a triagem socioeconômica para ver se o futuro aluno está dentro da renda per capta estipulada pela instituição. Se estiver tudo certo e houver menos vagas do que concorrentes é feito um sorteio na presença dos pais/responsáveis, direção da FAACG e o Serviço Social. Assim que a vaga é conquistada, a Assistente Social faz uma entrevista com os pais e estabelece-se uma dinâmica familiar, que envolve visitas domiciliares e um acompanhamento sistemático às famílias para orientação e encaminhamentos quando necessários.

“Acompanhamos sempre a vida escolar do aluno. Orientamos os familiares. Temos um vínculo de confiança com a família do aluno. O Serviço Social faz a integração entre Família e Escola . A assistente social vai garantir ao aluno que ele aproveite ao máximo o ensino de qualidade que a Fundação oferece e vai viabilizar o acesso da família a todos os seus direitos disponíveis nas Redes de Atendimentos”, comenta Eliana que está há 16 anos na Fundação e hoje atua com exclusividade na Escola Antonio Cintra Gordinho.

Maria Aparecida também está na Fundação há 16 anos. Atua no CETEC e no Núcleo do Jardim Novo Horizonte, mas quando ingressou na Fundação foi voluntária na Talita Kum e implantou lá o Serviço Social. No CETEC, ela mantém contato com empresas visando a colocação dos alunos do Ensino Médio Técnico no mercado de trabalho, no projeto Jovem Aprendiz. E no Núcleo realiza o trabalho de rotina para ingresso do aluno. Orienta alunos e familiares. Interage com as famílias. Acolhe e tenta auxiliá-los em suas mais diferentes dificuldades.

Fabiana está há seis anos na Fundação. “Acompanhamos o aluno e a família. Quando necessário fazemos a visita domiciliar, por exemplo se nosso aluno sofreu algum tipo de negligência, entre tantas outras coisas… Intervimos. Auxiliamos. Entramos em contato com as Redes de Apoio. Acolhemos. As famílias reconhecem o nosso trabalho”.

Segundo ela, o Serviço Social é o apoio para equipe pedagógica. É a ponte entre a escola e a família. “Isso faz parte da história da Fundação: pensar no social e no desenvolvimento/aprendizagem da criança e da sua família.”

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